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Cabeça a Prêmio – 2010

In Uncategorized on setembro 30, 2010 at 19:49

"Poster Cabeça a Prêmio"

O ator Marco Ricca se arrisca com sua primeira direção em Cabeça à Prêmio, um longa que  dá a impressão de 3 filmes diferentes colocados entre longos 145 minutos.

Após comandar uma rede de negócios ilícitos na região, os Menezes, uma família de grandes pecuaristas do Centro-Oeste, vivem aos poucos a dissolução da estrutura que os protegeu durante anos. Mirão Menezes vive as pressões do narcotráfico, o fechamento de cerco pelas autoridades e a disputa com seu irmão Abílio, partidário de um contra-ataque violento. Elaine, filha de Mirão, envolve-se com o piloto do pai, engravida e decide fugir com ele depois que seu tio Abílio passa a chantageá-los. Brito, o matador encarregado de encontrar o casal e encerrar o caso, é ele mesmo ironicamente vítima de uma história de amor.

O roteiro é interessante, sendo esse um tema que poderia ter sido muito melhor explorado, mas é desenvolvido de maneira lenta, tornando o filme chato e confuso à medida que o filme avança. O filme é seco, a história se complica de acordo com que os 3 núcleos se misturam, porém são raros os momentos que existem algum suspense, muito possível que passe o filme de braços cruzados e com o mesmo semblante, pois tanto nas cenas de suspense ou romance, falta emoção.

No decorrer do longa irá se deparar com cenas ridículas e totalmente dispensáveis, como  a da matriarca da família Menezes (Ana Braga) dançando e bebendo dentro de uma piscina, demonstrando um colapso familiar, ou a cena em que Edu Moscovis se deita e abraça à barriga da mulher em uma suposta cena de romance.

Técnicamente, o longa foi realizado com falta de criatividade em grande parte dos planos, o som é ruim, muitas vezes dificultando até mesmo a compreensão da fala dos personagens. No entanto, mesmo sendo raras, existem belas cenas aéreas da região do Mato Grosso e planos feitos com capricho e criatividade, além de alguns poucos diálogos engraçados.

As atuações são boas e convincentes, dando destaque para os personagens Dênis, vivido pelo uruguaio Daniel Hendler, e a patricinha Elaine (Alice Braga). Os irmãos magnatas, Miro e Abílio, são interpretados por Fulvio Stefanini e Otávio Mueller, os matadores de aluguel, Edu Moscovis e Caco Gabus Mendes.

Se estiver curioso e quiser prestigiar o cinema nacional, esse é um filme dá para conferir, mas se busca diversão e entretenimento, esta não é uma opção que gostará de colocar em sua lista.

Por Renan Gumiel
Nucind Curitiba

Avaliação:

Estréia nos cinemas: Dia 01/10/2010

Resident Evil 4: Recomeço (Resident Evil: Afterlife – 2010)

In Uncategorized on setembro 17, 2010 at 18:40

A série de terror ficção, Resident Evil, volta às telas do cinema com Resident Evil 4: Recomeço, filme que supera seus antecessores em muitos aspectos. Novamente dirigido por Paul W. S. Anderson, também responsável pelo primeiro filme da série.

Num mundo arruinado por uma infecção viral capaz de transformar as pessoas em zumbis, Alice (Mila Jovovich) continua sua jornada em busca de sobreviventes para guiá-los até um local seguro. Sua batalha contra a Corporação Umbrella alcança seu nível mais mortal, mas Alice agora vai contar com a inesperada ajuda de um velho amigo. Juntos eles tentam liderar os não infectados até Los Angeles, mas lá também encontram uma cidade tomada por zumbis.

A produção abusa dos recursos 3D e efeitos, transformando as sequências de ação, além de bem feitas muito mais imersivas, além de proporcionar belas imagens, mesmo em meio ao apocalipse zumbi. A qualidade do som e a tonalidade amarelada ajudam a ambientar e manter o suspense.

A mudança de rumo que acontece no enredo, em que a protagonista Alice(Mila Jojovich), volta a ter suas limitações humanas, torna a história mais interessante, porém o roteiro ainda falta criatividade e demora à se desenvolver em muitas partes.

Os fãs da série nos videogames ficarão bem satisfeitos, pois no decorrer da trama vão se deparar com alguns personagens familiares( nem todos eles do lado humano)… Como Chris Redfield (Wentworth Miller, Prison Break), sua irmã Claire Redfield ( Ali Larter, Heroes), e o notório presidente da Umbrella Corp. Albert Wesker (Shawn Roberts ).

Então se você estava em dúvida, não hesite e garanta o ingresso, filme empolgante e que os amantes do gênero não podem deixar de conferir.

Por Renan Gumiel
Nucind Curitiba

Avaliação:

Estréia nos cinemas IMAX e 3D: Dia 17/09/2010

O Bem Amado (2010)

In Uncategorized on setembro 17, 2010 at 17:40

Marco Nanini revive Odorico Paraguaçu na versão de ‘O Bem Amado’ para a telona

GUEL ARRAES, DIRETOR DO FILME, e o ator marco nanini retomam parceria após a peça de mesmo tema

Um dos personagens mais queridos do país está de volta: Odorico Paraguaçu. O prefeito, cuja plataforma de governo da pequena Sucupira, é a inauguração do cemitério municipal, chega às telas dos cinemas no dia 23 de julho, em circuito nacional, dirigida por Guel Arraes. Na pele do personagem que é uma referência cômica de político corrupto está Marco Nanini.

A dupla Guel e Nanini é íntima da história de Odorico, o prefeito das prosopopéias e das frases feitas. Juntos, eles montaram a peça “Odorico, o bem amado, os mistérios do amor e da morte”, de Dias Gomes, que inspirou o filme atual e a novela e a minissérie que a TV Globo exibiu nas décadas de 70 e 80, com Paulo Gracindo no papel principal.

Na versão cinematográfica, produzida por Paula Lavigne, as peripécias de Odorico Paraguaçu ganham cores de uma comédia política e de vaudeville a partir dos encontros e desencontros entre personagens vividos por um elenco notável: José Wilker (Zeca Diabo); Matheus Nachtergaele (Dirceu Borboleta); Andréa Beltrão, Zezé Polessa e Drica Moraes (Irmãs Cajazeiras); Caio Blat (Neco Pedreira); Maria Flor (Violeta) e Tonico Pereira (Wladymir).

– Acho que Dias Gomes teve uma espécie de intuição. Odorico continua existindo e Sucupira continua sendo meio Brasil – diz o diretor. – O filme em relação à série e à peça tem algumas atualizações. As Cajazeiras, que eram beatas, se tornaram peruas. Odorico é muito mais urbano, muito mais um bacharel que assimilou mal a faculdade, fala difícil para impressionar, perdeu um pouco daquele “coronelzão”. A atualidade trouxe muitos elementos para acrescentar à essa nova leitura.

Rodado na cidade de Marechal Deodoro, em Alagoas, o filme foi produzido pela Natasha Filmes em coprodução com a Globo Filmes e a Miravista. E é distribuído pela Buena Vista International.

Estréia nos cinemas: dia 17/09/2010

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