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Água Para Elefantes (Water for Elephants – 2011)

In Cinema, Crítica on abril 29, 2011 at 22:48

ÁGUA PARA ELEFANTES conta a jornada épica de um amor proibido, que se passa num lugar mágico, repleto de aventura, beleza e grandes perigos.
Um estudante de veterinária de origem humilde, Jacob, encontra e se apaixona por Marlena, artista da época dourada do circo. Eles descobrem a beleza da alegria dos grandes espetáculos, e a compaixão por um elefante especial os torna ainda mais próximos. Contra todas as apostas – incluindo a ira do carismático, mas perigoso marido de Marlena, August – Jacob salva Marlena de uma vida infeliz e, juntos, eles encontram um amor para toda a vida.

Baseado no Best seller de Sara Gruen, o filme é estrelado por Reese Witherspoon (Marlena), Robert Pattinson (Jacob Jankowski) e Christoph Waltz (August) este que foi vencedor do Oscar de melhor ator com o filme ” Bastardos Inglórios de Quentin Tarantino”, não mostra nada de inovador na sua atuação e performance em Água para Elefantes, Waltz continua o mesmo coronel nazista Hans Landa e o mesmo vilão Chudnofsky do filme  “O Besouro Verde “,  só que com uma roupa de apresentador de picadeiro…

O mesmo quase vale por Reese Witherspoon que sempre faz o mesmo do mesmo, ainda não consigo ver ela como atriz e sim como June (de Johnny e June ), a garota pacata e inocente que vira constantemente seu quase lindo rostinho para direita e para esquerda sem parar!!!

Pattinson foi a surpresa da vez, teve uma atuação forte e intensa, quebrando estigmas da saga Crepúsculo no qual foi carimbado como o vampiro “Edward “. Em Água para Elefantes a dedicação e o talento de Pattinson é evidente, o que vale nas atuações é a parceria de Jankowski e Rosie uma simpática e encantadora elefanta !!!

Água para Elefantes conta com uma maravilhosa equipe técnica, que reuniu o desenhista Jack Fisk (colaborador constante do diretor Terence Malick), que conseguiu com uma incrível riqueza de detalhes, criar texturas natural e real de mundos totalmente ficcionais aliado a excelente direção de fotografia de Rodrigo Prieto, faz qualquer um viajar no tempo e parar nos EUA da década de 30 !!!

A receitinha básica é vista com muita frequência, já que o filme é uma adaptação de um bestseller, o clichê é inevitável, porém perdoado, em muitas cenas, o filme se supera e até foge do comercial, mas cansa também por se estenter muito em pequenas propostas do roteiro !!!

A delicadeza e sutileza marcam a linda história de amor, aventura e crueldadde de Marlena e Jankonwski, tudo isso ambientado em um maravilhoso universo circense…

Atenção crianças de todas as idades o show vai começar em um cinema próximo do nosso picadeiro comprem seus ingressos e não percam o espetacúlo !!!

Por Juliane Treska
Nucind Curitiba

Avaliação: 

Estréia nos cinemas: Dia 29/04/2011

Thor – 2011

In Cinema, Crítica on abril 29, 2011 at 22:24

Nas mãos do diretor e ator Kenneth Branagh (Frankstein de Mary Shelley, Um Jogo de Vida e Morte, Henrique V), Thor apareceu e contou sua história, pronto para o esperado Os Vingadores. Branagh levou a história de uma maneira fácil e acessível, mesmo para os quem não conhecem nada de mitologia nórdica, que não é tão conhecida como a mitologias gregas e romanas.

Em 1962 os lendários Stan Lee e Jack Kirby (criadores dos hérois Marvel), apresentaram o Poderoso Thor para leitores da Marvel Comics, já familiarizados com heróis como Homem de Ferro, Quarteto Fantástico, X-Men e Homem Aranha, “Stan Lee diz que depois que ele e Jack Kirby criaram esses outros heróis, pensaram:’Vamos fazer um Deus, e vamos trazê-lo para a Terra!'”, conta o presidente da Marvel Studios e produtor do filme Thor Kevin Feige.

No dia em que passará o controle de seu reino celestial Asgard para o filho Thor, o rei Odin é surpreendido por um grupo inimigo vindo de Jorunheim. Intimidado pela afronta e pela violação de um tratado de paz que Odin mantém com outro reinos do Universo, Thor decide buscar vingança, e suas ações levam a resultados quase catastróficos.

Como consequência, Odin bane seu filho e o manda para a Terra – um reino inferior conhecido como Midgard -, privado de tudo que o pertence, inclusive Mjolnir, o pesado martelo que ele empunha nas batalhas.

Thor cai direto do céu para o deserto do Novo México, onde a astróloga física Jane Foster (Natalie Portman) investiga distúrbios celestiais. Enquanto isso, em Asgard, o rei adoece e seu outro filho,  Loki, que cultiva uma relação de amor e ódio com o irmão Thor, herda a coroa.

Determinado a impedir o que Loki planeja fazer quando assumir total controle de Agard, um grupo de guerreiros vai ao novo e estranho mundo atrás de eu amigo Thor. Porém logo que chegam ao Novo México e localizam eu líder perdido, eles descobrem que não são os únicos visitantes nesse canto do planeta. Agora Thor precisa encarar um dos inimigos mais mortais que já encontrou, e desta vez sem os poderes que assegurariam sua vitória.

O filme se passa um pouco em cada um dos 3 mundos, Asgard, Jorunheim e a Terra, sendo que cada mundo tem seu clima, suas cores, seus enquadramentos, tornando-se 3 filmes em 1.

Tudo foi muito bem dirigido e bem colocado. As atuações foram convincentes e o ator Australiano Chris Hemsworth (A Trilha, Star Trek) ficou perfeito como Thor, por não ser muito conhecido e ter presença firme ao lado de grandes nomes como Natalie Portman e Anthony Hopkins que também estiveram muito bem.

Um herói mitológico, um deus para os nórdicos, o Deus do Trovão. Quem arrisca dizer que não irá ao cinema?

Indispensável para fãs e desconhecedores, pegue o seu martelo e vá voando assistir Thor.

Por Fulton Nogueira
Nucind Curitiba

Avaliação:

Estréia nos cinemas 3D e IMAX: Dia 29/04/2011

Sobrenatural (Insidious – 2011)

In Crítica, Uncategorized on abril 24, 2011 at 20:41

Faziam anos que não assistia um filme que me dava medo…esse me deu medo.

Uma família, que acabou de se mudar para uma casa nova, descobre que um espírito do mal está dentro da casa ao mesmo tempo em que o filho do casal entra em coma de maneira inexplicável. Tentando escapar das assombrações e para salvar o menino, eles se mudam novamente e percebem algo terrível que os deixa desesperados: não era a casa que estava mal-assombrada.

Do mesmo diretor de Jogos Mortais (somente o primeiro), o jovem diretor James Wan que nos surpreendeu novamente com um filme de suspense sobrenatural que nos conta de uma maneira genial o mistério por trás da Viagens Astrais.

Com um orçamento de apenas US$ 1,500,000.00, Wan conseguiu misturar fantasia, suspense e terror em um filme onde roteiro, atores e direção andaram juntas.

O forte foram as referências aos grandes sucessos Ghostbusters, com dois “caçadores de fantasmas com suas engenhocas feitas na garagem”, Polteirgeister, com a especialista em espíritos tentando de todas as formas resolver a situação e com isso mexendo com fantasmas e demônios, além é claro de Jogos Mortais, com sacadas fantasmaticamente sanguinárias.

Faça uma Viagem Astral até um cinema mais próximo, só cuidado para não se perder, pois se isto acontecer, seu corpo ficará sozinho e os espíritos do mal o disputarão.

Por Fulton Nogueira
Nucind Curitiba

Avaliação:

Estréia no cinemas: Dia 22/04/2011

A Garota da Capa Vermelha (Red Riding Hood – 2011)

In Cinema, Crítica on abril 23, 2011 at 22:31

Da diretora Catherine Hardwicke (Crepúsculo, Aos Treze) vem a fantasia de suspense A Garota da Capa Vermelha.
Amanda Seyfried (Cartas Para Julieta, Mamma Mia!) estrela no papeltítulo. O filme também traz Gary Oldman (Batman – O Cavaleiro das Trevas, e dos filmes Harry Potter), Billy Burke (da franquia Crepúsculo), Shiloh Fernandez (Skateland), Max Irons (O Retrato de Dorian Gray), a indicada ao Oscar® Virginia Madsen (Sideways – Entre Umas e Outras), Lukas Haas (A Origem) e a vencedora do Oscar® Julie Christie (Longe Dela, Darling – A Que Amou Demais).

Para uma diretora que vem de um filme sucesso para a garotada e decpção para os crescidos, não podíamo esperar algo diferente, romancezinhos água com açucar, lobisomem com visual de lobo gigante, cenários com bastante gelo seco e iluminação projetada e figurino impecável, sabemos que o forte de Catherine é o designer de produção.

Em A Garota da Capa Vermelha, Amanda Seyfried é Valerie, uma bela garota ligada a dois homens. Está apaixonada pelo melancólico forasteiro Peter (SHILOH FERNANDEZ), porém seus pais a prometeram em casamento ao rico Henry (MAX IRONS).

Inconformados com a situação, Valerie e Peter planejam fugir, até que tomam conhecimento de que a irmã mais velha de Valerie foi morta pelo lobisomem que vaga pela escura floresta que rodeia o vilarejo onde moram. Ao longo de anos, as pessoas mantiveram uma difícil trégua com a fera, oferecendo-lhe mensalmente um animal em sacrifício. Mas sob uma lua cor de sangue, o lobisomem desrespeita o acordo, tirando uma vida humana.

Sedenta de vingança, a população recorre a um famoso caçador de lobisomens, o padre Solomon (GARY OLDMAN), com a intenção de matar o monstro. Ocorre que a chegada de Solomon provoca conseqüências inesperadas, pois ele alerta que o lobisomem assume forma humana durante o dia, podendo ser qualquer um deles. O número de mortes cresce a cada lua, e Valerie começa a desconfiar que o lobisomem pode ser alguém que ela ama.

O pânico toma conta de todos e ela descobre que tem uma ligação singular com o monstro — que os une inexoravelmente, tornando-a ao mesmo tempo suspeita…e isca.

Para o público moderno, o título A Garota da Capa Vermelha pode remeter a imagens de contos de fadas de uma garotinha inocente com um chapeuzinho vermelho indo para a casa da vovó. Porém, a história original era um conto que tinha o objetivo de alertar jovens ingênuos sobre perigos e enganos.

Esperávamos uma história densa e séria, onde seria ideal um suspense com romances picantes e um conto sombrio, mas Catherine não podia abandonar seu público já fiel, pode ser que a intenção dela fosse a de um suspense terror sensual, mas para garantir bilheteria certa para fãs de Crepúsculo, virou esse Chapeuzinho Vermelho.

Gary Oldman como sempre fabuloso, uma atuação digna caso a história fosse mai sombria, ma em um papel desnecessário.

Toda aquela história que ouvimos de Chapeuzinho Vermelho: Não fale com estranhos, Não confie em ninguém, foi colocada no filme mas o Lobisomem foi mal colocado, ou melhor, talvez seja bem colocado e ficará para a parte 2.

Veja a versão hard light de Chapeuzinho Vermelho.

Por Fulton Nogueira
Nucind Curitiba

Avaliação:

Estréia nos cinemas: Dia 22/04/2011

Rio – 2011

In Cinema, Crítica on abril 9, 2011 at 14:10

Agora sim, poderemos ter orgulho do Brasil nesta animação fantástica que com certeza será um cartão postal do nosso Rio de Janeiro nos Estados Unidos, Europa e Mundo afora. A força do cinema como ferramenta de marketing foi muito bem usada através das mãos do gênio da animação Carlos Saldanha.

Dos criadores da série de sucesso A ERA DO GELO, agora chega às telas RIO, uma divertidíssima aventura sobre assumir riscos na vida. Blu é uma arara domesticada que nunca aprendeu a voar e tem uma vida tranquila e confortável ao lado de Linda, sua dona e melhor amiga, na pequena cidade de Moose Lake, em Minnesota.

Blu e Linda pensam que ele é o último de sua espécie, mas quando ficam sabendo que há outra arara azul que vive no Rio de Janeiro, eles partem para a terra distante e exótica na expectativa de encontrar Jade, uma fêmea da espécie de Blu.

Mal eles chegam a seu destino, Blu e Jade são sequestrados por um bando de atrapalhados contrabandistas de animais. O Blu foge, ajudado pela escolada Jade e por um grupo de pássaros da cidade espertalhões e brincalhões.

Agora, com seus novos amigos a seu lado, Blu precisa descobrir a coragem para aprender a voar, enganar os sequestradores que continuam em seu encalço e voltar para Linda, a melhor amiga que um pássaro já teve.

RIO, da Blue Sky Studios e Twentieth Century Fox Animation, é a maior e mais ambiciosa animação produzida por esses estúdios. O filme é ambicioso e grandioso, e rico em personagens, cores, música, emoção e diversão.

A história tem como pano de fundo uma floresta colorida, uma praia paradisíaca, uma metrópole esfuziante e uma festa de arrasar qualquer festa chamada Carnaval.

RIO é mais do que um ponto no mapa: é um lugar mágico, um estado de espírito e uma atitude.

RIO nasceu da imaginação do cineasta Carlos Saldanha, que codirigiu ou dirigiu os sucessos de animação A Era do Gelo, Robôs, A Era do Gelo 2 e A Era do Gelo 3.

Após completar o trabalho de A Era Do Gelo 2 e durante a pré-produção de A Era Do Gelo 3, Saldanha teve a ideia que resultaria em RIO.  Ele queria escrever uma carta de amor para sua cidade natal, o Rio.

Para isso, resolveu contar a história de um pássaro nerd, super domesticado que parte na aventura da sua vida em um mundo maravilhoso.

Quem não conhece o Rio vai querer conhecer, quem já conhece, vai querer voltar.

Um filme encantador.

Por Nucind

Avaliação: 

Estreia nos cinemas 3D: Dia 08/04/2011

Fúria Sobre Rodas (Drive Angry – 2011)

In Cinema, Crítica on abril 2, 2011 at 16:13

Sangue, violência e alta velocidade dominam o filme Fúria Sobre Rodas, estrelado pelo ator Nicholas Cage. Recente filme de Patrick Lussier e Todd Farmer (dupla por trás do sucesso de bilheteria Dia dos Namorados Macabro 3D).

É uma viagem sangrenta pelo inferno e traz às telas carros turbinado, armamento pesado e humor negro em uma impressionante versão 3D de arregalar os olhos e arrepiar os cabelos.

O criminoso fugitivo John Milton (Nicolas Cage) abandonou sua única filha quando ela ainda era adolescente e agora irá mover céus e terra para resgatar sua neta de um culto sanguinário que planeja Sacrificá-la na próxima lua cheia.

A proposta do filme é de ser “ TRASH “ mas com estilo, uma louca mistura de  “Quentin Tarantino, Burt Reynolds e Zé do Caixão, um Road Movie Trash, com muitas referências aos filmes de aventura da década de 70.

Bizarro?! Até é, mas ficou inovador no estilo filme de terror, que anda se reinventando desde  Zumbilândia e que ganhou o mercado cinematográfico, o respeito da critica e a adoração dos fãs de trash e daqueles que não curtiam tanto o estilo!

Filmado em 3D, Lussier aposta na audácia do filme e não decepciona, a platéia consegue ficar no assento do piloto junto com Nicholas Cage, vivendo uma aventura e tanto…

A direção de arte capricha com carros incríveis, Charger 1969, um Chevelle 1971, um Riviera 1964 e um Chevy 1957, criando um carro–herói, que ajuda Milton em sua vingança! O roteiro é bem feito e amarra o espectador que fica curioso até o final.

Se esta fosse uma proposta para uma série de quadrinhos, seria perfeita! Pois o filme tem  incrível ambientação de páginas dos grandes nomes do universo animado.

Pegue uma carona  no Charger e siga a lua cheia, na estrada mais próxima das salas de cinema…

Por Juliane Treska
Nucind Curitiba

Avaliação: 

Estréia nos cinemas: Dia 01/04/2011

Um Manhã Gloriosa (Morning Glory – 2010)

In Cinema, Crítica on abril 1, 2011 at 15:01

Em Uma Manhã Gloriosa você verá como funciona o bastidores de um telejornal, lógico que na maneira hollywoodiana, mas sim é um telejornal.
Podemo dizer que a hitória é boa e as atuações ótimas mas o filme quase bom, uma comédia romántica como qualquer outra.

Imperdível pelas presenças de Harrion Ford e Diane Keaton, além é claro da simpatissíssima Rachel MacAdams (Sherlock Holmes, Te Amarei Para empre) como protagonista.

A produtora de telejornal Becky Fuller (Rachel MacAdams) finalmente conseguiu um emprego dos sonhos ao assumir o comando de um programa matinal de notícias em Nova York.

No entanto, apesar de ter toda coragem, garra e técnica necessárias para alcançar o sucesso, ela acaba se deparando com um grande obstáculo: o lendário jornalista Mike Pomeroy (Harrison Ford).

Mal-humorado e arrogante, o âncora se transformará em sua maior sina – mas também em sua única esperança para mudar a sorte do noticiário, em último lugar de audiência nos EUA.

O gordinho diretor Roger Michell (dos fantásticos Fora de Controle e Um Lugar Chamado Nothing Hill), consegue levar o humor, o romance e o drama de uma maneira genial, lógico que com a ajuda do grande elenco.

Apesar dos exageros e momentos que nunca acabam, vale a pena conferir de perto os bastidores de um telejornal.

Boa Diversão!

Por Fulton Nogueira
Nucind Curitiba

Avaliação:

Estréia nos cinemas: Dia 01/04/2011

Já disponível em Blu-ray nas melhores locadoras.

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