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Sombras da Noite (Dark Shadows – 2012)

In Cinema, Crítica on junho 24, 2012 at 14:30

Já faz muito tempo que Tim Burton entrou em uma fase de inércia, onde repete os atores, repete os personagens e repete as estórias.

Sombras da Noite conta a história de uma bruxa (Eva Green), em 1752, que por não ter seu amor correspondido; Barnabas Collins (Johnny Depp), transformou-o em um vampiro e o enterrou em um caixão.

Quase 200 anos depois, o caixão foi aberto, e agora, Barnabas vê sua família em ruínas pela maldição da bruxa que ainda está viva e comandando a cidade. Barnabas então decide lutar para ajudar sua família e derrotar a terrível bruxa.

O roteiro de Sombras da Noite é horrível, a história deixa muito a desejar, não contando detalhes importantes.

Toda a direção de arte é repetitiva, os cenários são muito parecidos com Alice no País das Maravilhas. Johnny Depp e Helena Bonham Carter (os queridinhos de Tim Burton) repetem os trejeitos de personagens anteriores. O que se vê é um desperdício de um elenco tão rico para uma história tão medíocre.

Com exceção de um lobisomem bizarro, a produção de Tim Burtom continua impecável, dando todo aquele ar de mundos fantásticos presentes em seus filmes anteriores, porém com um conteúdo vazio, mas que não deixará de agradar boa parte das pessoas.

Série original de 1966

Série original de 1966.

Por Gustavo Halfen
Nucind Curitiba

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e aí…Comeu? – 2012

In Cinema, Crítica on junho 24, 2012 at 14:18

Honório (Marcos Palmeira), Afonso (Emilio Orciollo Netto) e Fernando (Bruno Mazzeo) são três amigos com seus trinta e poucos anos, tentando viver a vida noturna e masculina moderna.

Honório é casado, mas vive no bar com os amigos, e desconfia que está sendo traído pela esposa; Afonso, buscando terminar seu livro interminável, é apaixonado por uma prostituta e Fernando está se divorciando e se envolve com uma adolescente.

O filme se passa na maior parte do tempo no Bar Harmonia e tem seu principal foco nas conversas masculinas de bar. Conversas estas, bem fiéis a realidade e não tão conhecidas pelo público feminino.

Um filme para todos os gêneros, com piadas inteligentes e sarcásticas. Destaque para as atuações e diálogos e excelente trilha sonora.

Um filme que muitos vão se identificar e rirem de si mesmo.

Por Gustavo Halfen
Nucind Curitiba

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 DANIEL DE OLI…

In Uncategorized on junho 11, 2012 at 12:18

 Imagem

DANIEL DE OLIVEIRA SERÁ PROTAGONISTA DE SERRA PELADA AO LADO DE WAGNER MOURA

Produção nacional será dirigida por Heitor Dhalia

 

Daniel de Oliveira (“Cazuza – O Tempo Não Pára” e “Zuzu Angel”) está confirmado no elenco de Serra Pelada, produção nacional dirigida por Heitor Dhalia (“À Deriva” e “O Cheiro do Ralo”) com estreia prevista para 2013. O ator será Joaquim, um dos personagens principais do longa, e trabalhará ao lado de Wagner Moura (“Tropa de Elite” e “Tropa de Elite 2 – O Inimigo Agora é Outro”). As filmagens terão início em junho e deverão seguir até setembro deste ano.

 O filme levará às telas de cinema uma viagem para a maior mina a céu aberto dos tempos modernos. O ano é 1978.  Os amigos Juliano (Wagner Moura) e Joaquim (Daniel de Oliveira) saem do Rio de Janeiro com o sonho de encontrar ouro. Os dois chegam à Floresta Amazônica, juntamente com outros milhares de homens, cheios de sonhos e ilusões. Mas a mina muda tudo em suas vidas e eles são destruídos pela obsessão ao poder e riqueza. Javier transforma-se em um gângster e Joaquim esquece todos os seus valores morais.

Serra Pelada retratará a febre pelo ouro, cobiça e violência, mas especialmente uma grande amizade. Há muito a ser explorado nessa história, que marcou uma época no Brasil e ainda não foi contada nos cinemas”, afirma Dhalia.

Serra Pelada será produzido pela Paranoid Filmes (produtora de Heitor com Tatiana Quintella e Patrick Siaretta) e conta com Wagner Moura como coprodutor e protagonista. A Warner Bros. Pictures será coprodutora e distribuidora do filme no Brasil e o roteiro é de Vera Egito e do próprio Heitor Dhalia.

Prometheus (Prometheus – 2012)

In Cinema, Crítica on junho 9, 2012 at 21:50

2093, uma expedição a bordo da nave Prometheus parte em direção a um sistema solar longínquo em busca de vida inteligente na suspeita de serem nossos criadores; em outras palavras: nossos deuses.

Ao chegarem em tal planeta, eles lidam com diferentes formas de vida que lutam entre si e contra o próprio ser humano.

As coisas não saem como planejadas: contaminações, mortes, disputas de interesse próprio acabam comprometendo a missão.

Logo ao início do filme, a formação do letreiro e a fonte são as mesmas de Alien, O 8º Passageiro (1979 também de Ridley Scott), indicando a relação próxima dos dois filmes.

Um dos mais esperados no ano, Prometheus antecede a história de Alien e supera expectativas já se tornando um clássico do sci-fi.

Buscando referências desde 2001: Uma Odisséia no Espaço (Stanley Kubrick), atores excelentes, um tema atual (exploração espacial, busca da nossa origem, Deus) e principalmente a qualidade de imagens, efeitos e sons.

Assistir a Prometheus no cinema é obrigação de todos os fãs de ficção.

Por Gustavo Halfen
Nucind Curitiba

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Já nos Cinemas

Madagascar 3: Os Procurados (Madagascar 3 – 2012)

In Cinema, Crítica on junho 9, 2012 at 21:38

O quarteto Alex, Marty, Melman e Glória embarcam agora de Madagascar rumo a Monte Carlo para falarem com os mafiosos e espertos pingüins que estão lá ganhando dinheiro através de trapaças em jogos de azar.

O objetivo da conversa é buscar um meio de voltarem a Nova Iorque, onde moravam. Logo eles se deparam com uma caçadora de animais com um estilo bem negro ala Tim Burton e são obrigados a pegarem carona em um trem de circo de animais para escaparem da caçadora.

Mais uma vez os personagens coadjuvantes roubam a cena na história, todos muito caricatos, são eles que fazem a história ficar divertida e engraçada: os pingüins, macacos, lêmures e agora também uma ursa do circo a qual o lêmure Rei Julien se apaixona.

O filme em si é divertido e bem feito, porém peca com o tema central: animais de zoológico.

É uma pena que o filme enfoque de forma tão errônea a situação real dos animais tanto em zoológico como em circo, deixando transparecer para o publico alvo (as crianças) que os animais são felizes nesses lugares.

Quando na verdade em muitos países e cidades do Brasil, o uso de animais em circo é proibido devido à escravização, maus tratos e exploração dos mesmos. Situação contraria a qual o filme nos passa.

Por Gustavo Halfen
Nucind Curitiba

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Já nos Cinemas

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