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Archive for the ‘Crítica’ Category

O Homem de Aço (Man of Steel – 2013)

In Cinema, Crítica on julho 12, 2013 at 22:41

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Um filme de Zach Snyder (Watchmen e 300) dificilmente ficaria ruim. Além de contar com a produção de Christopher Nolan (Batman e A Origem) e música original de Hans Zimmer. Realmente uma super produção que só pode ser colocada nas telas com a tecnologia disponível nos tempos de hoje.

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A história do Homem de Aço ganha um novo início no cinema. Após Kal-El chegar à Terra depois da destruição de Krypton, ele é adotado pelo casal camponês Martha e Jonathan Kent e assume a identidade secreta de Clark Kent.

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Mas dois vilões de seu planeta natal também sobrevivem e é o Superman quem deverá enfrentá-los: o General Zod e sua parceira, Faora.

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A história de passa em duas partes, uma no planeta do homem de aço e outra na Terra. Muito efeito especial e muita ficção.

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Fica bem claro quem é Superman e que ele não é de nosso planeta. Tudo é contado com muitos flashbacks e cenas determinantes.

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O elenco é monstruoso, Amy Adams, Diane Lane, Kevin Costner, Russell Crowe, Avelet Zurer. Todos fazendo papéis convincentes e claros. Muito bom ficou o trabalho de Henry Cavill (Imortais, The Tudors) no papel de Clark Kent.

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Acredito que Snyder com seu jeito de fazer cinema, mostrou um Superman mais obscuro, revoltado e violento, mas pecou nos exageros sonoros, muito barulho, muita quebradeira e muito efeito especial. O filme chega a incomodar os mais conservadores.

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Hoje o jovem cinéfilo quer ver ação e sentir ação, ouvir a ação, e sem prestar muita atenção e não ter preocupação. Snyder fez isso, o filme pode ser visto em pedaços, ou somente um pedaço que não vai fazer diferença. Verá um filme do Superman.

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Mas conseguiram definir um substituto ao papel do Superman que era de Christopher Reeve.

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E agora que venha a Liga da Justiça!

Por Fulton Nogueira
Nucind Curitiba

Avaliação: stars-4

Estréia nos cinemas (2D, 3D e IMAX) : Dia 12/07/2013

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Em Transe (Trance – 2013)

In Cinema, Crítica on maio 4, 2013 at 15:40

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Último trabalho do genial diretor Danny Boyle (Quem Quer Ser Um Milionário, 127 Horas). Um roteiro intrigante e cheio de referências aos seus trabalhos anteriores e a outros diretores ingleses.

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Como um excelente diretor tanto de cenas como de atores, conseguiu esplendorosamente fazer cenas complexas com atuações bem ritmadas e excitantes.

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Um leiloeiro de arte se une a uma quadrilha para roubar um quadro no valor de milhões de dólares, mas, depois de sofrer uma pancada na cabeça durante o assalto, ele acorda para descobrir que não tem nenhuma lembrança de onde escondeu a pintura.

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Quando as ameaças físicas e tortura não produzem respostas, o líder da gangue contrata uma hipnoterapeuta para aprofundar os recessos mais sombrios da psique de Simon.

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Com um roteiro que nos lembra A Origem com um toque de filmes de Guy Ritchie (Trainspotting), Boyle cria uma história instigante e complexa, chega ao ponto de confundir o espectador e confundir personagens.

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A fotografia trouxe referências de sonhos, espelhos, reflexos e brilhos, simulando sonhos e confundindo paralelos, com cores estouradas e personagens nublados.

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O filme começa colocando James McAvoy como protagonista, logo depois percebemos que Vincent Cassel é o protagonista e terminamos com a impressão de Rosario Dawson ser realmente a protagonista.

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Acredito que Boyle em cima de sua genialidade, filmou muita coisa e lhe foi difícil montar um bom filme, muito material tornou o filme meu confuso e algumas vezes exagerado. Mas não deixa de ser um material genial!

Por Fulton Nogueira
Nucind Curitiba

Avaliação: stars-3-51

Estréia nos cinemas: Dia 03/05/2013

As Sessões (The Sessions – 2012)

In Cinema, Crítica on fevereiro 16, 2013 at 18:02

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Comovente e sincero, As Sessões é um filme que marca uma proposta atual no cinema mundial: A realidade da vida.

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Mark O´Brian (John Hawks) é um homem de 38 anos que vive em um pulmão de aço.
Devido a sua deficiência Mark é virgem e seu maior sonho é perder a virgindade.
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Por ser um homem católico Mark torna o padre de sua igreja, Brendan (William H. Macy), seu confidente e uma espécie de psicólogo. Nas visitas à igreja, Mark expõe seu maior desejo ao padre, que é perder a virgindade!
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Sentindo-se incompleto por desconhecer o sexo, Mark passa a frequentar uma terapeuta sexual. Ela lhe indica os serviços de Cheryl Cohen Greene (Helen Hunt), uma especialista em exercícios de consciência corporal, que o inicia no sexo.
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Helen Hunt em um papel fantástico que lhe rendeu uma indicação ao Oscar 2013 como melhor atriz,  talvez o melhor papel de sua carreira!
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O filme As Sessões me fez lembrar muito os franceses Intocáveis e O Escafandro e a Borboleta de Julian Schnabel, tendo cenas bem realistas que mostram as dificuldades de portadores de deficiência motora.
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As Sessões traz cenas tragicômicas de uma transa não bem sucedida e um começo de uma paixão exaltando o amor não físico. O personagem é otimista e  carismático o que torna o filme delicado, uma quase cinebiografia de Mark O´Brien.
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Para a família, não muito recomendável, pois as cenas de nudez são quase explícitas, mas para aqueles que curtem uma história real e simples, uma boa pedida!
Por Juliane Treska
Nucind Curitiba
Avaliação: stars-3
Estréia no cinema: Dia 15/02/2013

Meu Namorado é Um Zumbi (Warm Bodies – 2013)

In Cinema, Crítica on fevereiro 8, 2013 at 18:17

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Não espere um filme de zumbi tradicional, com cérebros sendo comidos, corpos deteriorados e conflito de humanos contra os mortos-vivos. Na verdade, a infecção desses seres no mundo todo fica como pano de fundo de uma quase humanização de um dos zumbis – chamado R – , que acaba se apaixonando por uma menina após comer o cérebro do namorado dela e ‘pegar’ todas as lembranças dos dois juntos.

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Assim desencadeia a história de R, que resolve poupar a vida de Julie, levando-a consigo para o seu então chamado lar. A princípio a garota fica aterrorizada com o fato de ser mantida no mesmo ambiente de um zumbi, porém, com a convivência, ela percebe algo mudando na criatura que supostamente não tem sentimentos.

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O longa tem uma proposta bem diferente para os zumbis –  o que pode ofender os fãs ciumentos dos clássicos de Romero –, mas eu achei bem legal eles colocarem zumbis com peso na consciência por ter comido uma pessoa.

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Você acaba simpatizando com R, interpretado por Nicholas Hoult (o Tony, da série Skins), e realmente acha que ele é injustiçado e incompreendido por ser um zumbi, e não poder expressar seus sentimentos (afinal de contas, ele não escolheu ser um morto-vivo!).

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Julie (Teresa Palmer, Número Seis do filme Eu Sou o Número Quatro), é uma mocinha diferente, afinal a mãe foi comida por zumbis, o pai é um tanto frio e neurótico, e o namorado teve o mesmo fim trágico da mãe. Ela é durona no começa, mas acaba amolecendo com os esforços de R para agradá-la.

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Os dois protagonistas ficaram muito bem juntos, Teresa Palmer soube interpretar bem os momentos de desesperos ou alegria. Hoult também conseguiu ficar com aquela expressão de lesado que os zumbis têm, ao mesmo tempo mostrando sentimentos perto da Julie.

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Tem também o ótimo e insano John Malkovich fazendo o pai ditador da Julie, e claro, ele não deixou a desejar. O filme foi bem feito e compacto, porém eu achei um pouco enrolado o relacionamento de R e Julie, e talvez seja culpa do título em português, pois fiquei esperando os dois como namorados de fato, mas na verdade mostra muito os dois interagindo e se conhecendo (o que é legal, só que o título dá uma ideia um pouco diferente).

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Outro destaque do filme é a trilha sonora! O diretor (Jonathan Levine) caprichou na trilha (igualmente no seu filme anterior “50%”), tocando Roy Orbison, Bob Dylan, Bruce Springsteen, e deixando as cenas mais divertidas e dinâmicas.

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Um filme sobre um romance entre um ser humano e um zumbi que tem uma crise existencial não é muito comum, por isso vale a pena ir de mente aberta no cinema e esquecer os clássicos do terror sobre zumbis e acreditar no amor!

Por Juliana Carrizo
Nucind Curitiba

Avaliação: stars-3

Estréia nos cinemas: Dia 08/02/2013

O Voo (Flight – 2013)

In Cinema, Crítica on fevereiro 7, 2013 at 16:45

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Robert Zemeckis após 12 anos volta a dirigir um filme que não é uma animação. Após suas três animações (Beawolf, Expresso Polar e Os Fantasmas de Scrooge). E continua fazendo grandes filmes, mas sem inovação alguma.

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Neste temos Whip (Denzel Washington) como um piloto de aviação comercial que, com a queda iminente de um avião, assume o comando e consegue salvá-lo com danos mínimos.

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Logo ele se torna um herói nacional, mas uma investigação interna revela que ele estava voando sob o efeito de drogas e álcool. Tendo consciência disto, Whip não se sente bem com todas as homenagens que recebe, por não se considerar merecedor delas.

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O filme está dividido em 3 situações, um acidente, um julgamento e um vício. Todos ligados a situações em que a fé é a razão. Podemos categorizá-lo como um filme de auto-ajuda.

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Ele é muito bem dirigido, bem roteirizado e nós passa muito bem o propósito que se é seguido. Mas me lembrou muito roteiros de produções dos anos 80.

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Denzel Washington apesar de levar muito bem o personagem, já passou da idade de ser um galã, herói e aventureiro. Mas o elenco soube levar a sério o drama e conseguiram uma grande história.

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Mais um grande filme na carreira de Zemeckis mas nada inovador. Vale um cinema de domingo!

Por Fulton Nogueira
Nucind Curitiba

Estréia nos cinemas: Dia 08/02/13

Avaliação: stars-3-51

O Lado Bom da Vida (Silver Linings Playbook – 2012)

In Cinema, Crítica on janeiro 29, 2013 at 15:11

O Lado Bom da Vida

 

Genial !!! Uma delicia de se assistir. Uma história simples, roteirizada e dirigida esplendorosamente!

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A vida nem sempre vai de acordo como o planejado. Pat Solatano perdeu tudo – sua casa, seu trabalho, e sua esposa -. Ele agora se encontra vivendo novamente com sua mãe e seu pai, depois de passar oito meses em uma instituição do Estado em Barganha.

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Pat está determinado a reconstruir sua vida, manter-se positivo e reatar com sua esposa, apesar das circunstâncias difíceis de sua separação.

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Quando Pat atende Tiffany, uma misteriosa garota com problemas, as coisas ficam complicadas. Tiffany se oferece para ajudar Pat a reconquistar sua esposa, mas somente, se ele fizer algo muito importante para ela em troca. Com o desenrolar da história, uma ligação inesperada começa a se formar entre eles.

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Com atuações dignas de muitos prêmios, Bradley Cooper e Jennifer Lawrence nos mergulham em personagens surpreendentes. Cada emoção da história é passada através das cenas perfeitamente dirigidas e com uma trilha sonoro que se encaixa muito bem.

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Magníficos também os papéis de Robert De Niro e Jacki Weaver que formaram os pais perfeitos de um personagem como Pat.

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Com um humor na medida certa, um drama bem realista e um romance forte e inocente, O Lado Bom da Vida nos mostra O Lado Bom do Cinema.

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Por Fulton Nogueira
Nucind Curitiba

Avaliação: stars-4-51

Estréia nos Cinemas: Dia 01/02/2013

 

Caça aos Gângsteres (Gangster Squad – 2013)

In Cinema, Crítica on janeiro 29, 2013 at 14:34

Caça aos Gângsteres

Los Angeles, 1949. Impiedoso, o rei do crime Mickey Cohen (Sean Penn), nascido no Brooklyn, comanda a cidade recebendo os lucros desonestos das drogas, armas e prostituição e, se tudo ocorrer conforme ele deseja, de todas as apostas feitas a oeste de Chicago.

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E faz tudo isso não apenas com a proteção de seus capangas, mas também de policiais e políticos sob o seu controle. É o suficiente para intimidar até o mais corajoso e durão dos policiais… com exceção, talvez, de um pequeno e secreto grupo de fora do departamento de polícia da cidade de Los Angeles liderado pelo Sargento John O’Mara (Josh Brolin) e Jerry Wooters (Ryan Gosling), que se unem para tentar colocar um fim em Cohen.

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Muito atual, muito violento, e exagerado sem precisar ser. Mas é isso que o público jovem quer ver.

Nada de novo, apenas bem feito e com recursos atuais.

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Aqui vemos uma mistura de LA Cidade Proibida, Dick Tracy, Um Drink no Inferno e Um Tira da Pesada.
Muito bem filmado e bem dirigido pelo jovem diretor Ruben Fleischer (Zumbilândia).

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Outra particularidade foi a que Fleischer usou personagens com particularidades dos próprios atores, Ryan Gosling usou o mesmo perfil de galã de Amor a Toda Prova, Sean Penn o psicótico mafioso, Josh Brolin até que enfim foi colocado no papel certo.

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O filme ficou bem popular, com muita ação e bem violento. Aposto que vai agradar o público atual.

Por Fulton Nogueira
Nucind Curitiba

Avaliação: stars-3-51

Estréia nos cinemas: Dia 01/02/2013

 

João e Maria – Caçadores de Bruxas (Hansel e Gretel: Witch Hunters – 2012)

In Cinema, Crítica on janeiro 27, 2013 at 16:23

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Mais um conto infantil se tornando um Ultra filme de efeitos e terror.

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O que aconteceu com João e Maria 15 anos após quase serem devorados por uma bruxa má que os atraiu até a casa de doces no meio da floresta?

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Nesta repaginação do conto de fadas, descobrimos que os irmãos se transformaram em impiedosos caçadores de bruxas.

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Não é um filme para crianças, vemos muito sangue e cenas violentas. Filme com muitas referências Tarantinescas e muitos efeitos especiais.

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Ponto positivo para as bruxas, principalmente a violenta bruxa do início. Me lembrou Evil Dead.

Vale a pena ver no IMAX pelos efeitos e pelas bruxas assustadoras.

Por Fulton Nogueira
Nucind Curitiba

Avaliação: stars-2-5

 

 

Lincoln (Lincoln -2013)

In Cinema, Crítica on janeiro 27, 2013 at 16:03

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Último trabalho do já consagrado Steven Spilberg, dando continuidade a sua coleção de clássicos históricos para o cinema.

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O filme narra a luta do Presidente Abraham Lincoln para a aprovação da 13ª emenda, que aboliu a escravidão nos Estados Unidos.

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Mostrando um Lincoln calmo, simpático, carismático e com um domínio político incrível, Spilberg conta a história do maior herói americano de todos os tempos.

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Um filme de tribunal e jogo político com muito diálogos longos, fazem a trama se amarrar e se estender por 145 minutos.

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Imagens belíssimas e um figurino digno de Oscar. Com a excelente atuação de Daniel Day-Lewis, grande candidato a estatueta do Oscar deste ano.

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Para quem quer conhecer o lado político de Lincoln e o jogo por trás de uma decisão política vale ir ao cinema e aguentar os longos diálogos.

Por Fulton Nogueira
Nucind Curitiba

Avaliação: stars-4

Estréia nos cinemas: Dia 25

O Mestre ( The Master – 2012)

In Cinema, Crítica on janeiro 27, 2013 at 14:57

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Sempre quando aparece um trabalho do grande mestre Paul Thomas Anderson (Magnólia, Sangue Negro), esperamos algo diferente. E em O Mestre encontramos algo diferente.

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Homem carismático e inteligente, também conhecido como O Mestre, cria uma organização baseada na fé que se torna popular no início dos anos 50.

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O Mestre contrata o andarilho e alcoólatra Freddie Sutton como o seu braço-direito. Na medida em que a religião ganha adeptos, Sutton começa a questioná-la, bem como o seu fundador.

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A história poderia ser contada em apenas 30 minutos, mas Anderson consegue montar um roteiro de 114 minutos. Misturando cenas incríveis, intrepretações brilhantes e uma trilha sonora diferente de qualquer coisa.

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As atuações e os figurinos carregam o filme, mas a história é simples mas enrolada. Para poucos, esse é um filme para ser apreciado com paciência.

Por Fulton Nogueira
Nucind Curitiba

Avaliação: stars-4

Estréia nos cinemas: 25/01/2013

 

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